
O levantamento analisou 329 cidades das regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste e atribuiu nota média de 32,9 pontos, em uma escala de 0 a 100, classificando o desempenho geral como “ruim”. Um dos dados mais preocupantes é que cerca de 25% dos municípios não divulgam qualquer informação sobre obras em seus portais oficiais, o que dificulta o controle social e a fiscalização dos gastos públicos.
A pesquisa também identificou disparidades regionais significativas. Municípios do Espírito Santo alcançaram média de 70,2 pontos, considerada “boa”, enquanto cidades do interior de São Paulo e do Piauí apresentaram níveis classificados como “péssimos”. Entre os estados, apenas cinco unidades federativas disponibilizam informações completas sobre a execução financeira de obras.
Outro ponto crítico é a baixa transparência em aspectos ambientais e de participação social. Apenas 16,7% dos municípios publicam estudos de impacto ambiental e de vizinhança. Já a divulgação de informações sobre audiências e consultas públicas ocorre em somente 16,4% dos casos, o que limita a participação da população nos processos decisórios.
Apesar do cenário geral negativo, o estudo destaca iniciativas bem-sucedidas em cidades de pequeno e médio porte, principalmente no Espírito Santo e em Santa Catarina. Nesses locais, o uso de plataformas compartilhadas, como painéis de Tribunais de Contas, tem contribuído para ampliar a divulgação de dados com baixo custo operacional.
Os resultados foram apresentados durante webinar promovido pela Transparência Internacional – Brasil, que reuniu gestores públicos para discutir estratégias de aprimoramento. Na ocasião, também foram lançadas duas notas técnicas com recomendações específicas para estados e municípios.
Criado com base em mais de 100 critérios — incluindo dados abertos, integridade e mecanismos de participação —, o ITGP busca incentivar a transparência ativa e fortalecer a governança pública. O diagnóstico, no entanto, evidencia que ainda persistem entraves relevantes para garantir prestação de contas eficiente e reduzir riscos de irregularidades na execução de obras públicas no país.
O governador Brandão autorizou um grande pacote de ações para garantir mais qualidade de vida e lazer para moradores da capital maranhense
Areinha –
O Projeto de Lei Complementar (
O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, participou de uma reunião com profissionais da área da saúde, nesta sexta-feira (17), como parte de uma série de encontros que vem realizando com diferentes categorias para ouvir demandas e construir soluções conjuntas para o estado. No encontro, intitulado ‘Amigos da Saúde’, ele recebeu novos apoios à sua pré-candidatura.
O Maranhão recebeu 40.806 novas doses da vacina contra a Covid-19 enviadas pelo Ministério da Saúde (MS), garantindo a continuidade da proteção nos municípios. O reforço dos imunizantes integra as ações permanentes de imunização e fortalecimento da rede pública de saúde,l no estado.
A Agência Nacional de Mineração (ANM) distribuiu mais de R$ 473 milhões em royalties da atividade mineral a estados, municípios e ao Distrito Federal. Os valores são referentes à arrecadação de março da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM).
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) dará início à Operação Tiradentes 2026, com o objetivo de reforçar a segurança nas rodovias federais que cortam o estado do Maranhão durante o feriado prolongado. A iniciativa está alinhada ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS) e às diretrizes da Organização das Nações Unidas (ONU), que visam reduzir em até 50% o número de mortes no trânsito até 2030.
A Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) passa a contar com um posto da Defensoria Pública Estadual (DPE-MA). A unidade foi inaugurada na manhã desta quinta-feira (16), reforçando a parceria entre as duas instituições com o intuito de levar mais serviços à população maranhense, garantindo a efetivação de direitos e o pleno exercício da cidadania.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), na sessão do Pleno desta quarta-feira (15), condenou a então presidente do Centro de Formação para a Cidadania Akoni, Maria José Pereira Silva, ao pagamento de débito com o erário estadual no valor de R$ 990 mil. O débito decorre da apreciação e julgamento irregular, por parte do órgão, de processo de Tomada de Contas Especial da Secretaria de Estado da Cultura – SECMA.
A Prefeitura de São José de Ribamar, liderada pelo prefeito Dr. Julinho por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Renda (SEMAS), sob o comando de Gilvana Duailibe, recebeu o Selo FNAS – Edição 2025, que representa, de forma objetiva, o reconhecimento à qualidade da gestão da política de assistência social, especialmente no que se refere à organização, execução e transparência na administração dos recursos públicos.