Passados mais de 30 dias da declaração do governador Flavio Dino sobre a sua opção pessoal de apoiar o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) para o Governo do Estado nas eleições de outubro, as pesquisas de intenção de voto continuam apontando que Weverton Rocha (PDT) é o pré-candidato que reúne as melhores condições para ser próximo governador do Maranhão.
Três institutos diferentes (Econométrica, Enágria Garcia Pesquisa de Mercado e Escutec), mostram ainda que Carlos Brandão segue empatado tecnicamente com candidatos da oposição, como Roberto Rocha e Edivaldo Holanda Júnior (PSD).
Weverton reúne a maioria dos requisitos da Carta Compromisso assinada pelos pré-candidatos do grupo de Flavio Dino em julho de 2021. Ele lidera a preferência do eleitorado e conta com o apoio de sete partidos a sua pré-candidatura (DEM, PSL, Cidadania, PP, Republicanos, PDT e Rede). O terceiro requisito é a continuidade das ações do governo atual no próximo mandato.
No primeiro domingo do ano, carros ficaram presos nas praias do Meio e Araçagy após a enchente da maré. Com poucas saídas, centenas de carro por pouco não foram levados pela água. O trânsito ficou congestionado e contou com a ajuda da SMTT e da Guarda Municipal de São José de Ribamar.
Todo início de ano o mesmo episódio acontece nas praias. Sendo as únicas praias de São Luís que ainda é permitido o trânsito de veículos, os motoristas não se atentam que a maré enche duas vezes ao dia e os carros acabam atolando. Não existem placas de aviso ou agentes de trânsito para orientar os banhistas sobre o assunto.
O presidente da Famem e prefeito de Igarapé Grande, Erlanio Xavier, alerta os gestores municipais do estado para o risco de agravamento das enchentes que podem trazer consequências desastrosas para a população. Erlanio chama atenção para ações preventivas que as prefeituras e o governo do estado devem dar início, preventivamente, para mitigar danos que as enchentes dos rios causam.
Pelo menos em dois municípios do estado, Imperatriz e Balsas, estão com famílias desabrigadas em consequência das enchentes. Em Imperatriz, pelo menos 70 famílias deixaram suas casas devido a elevação do rio Tocantins. A diretoria do Consórcio da Hidrelétrica de Estreito emitiu nota afastando qualquer risco de inundação por conta de aberturas de comportas dos lagos da usina. Outros rios do estado, como o Mearim, também estão em processo de enchentes podendo desalojar mais famílias maranhenses residentes nas áreas ribeirinhas.
Por meio da escola de gestão, a Famem tem contribuído para que os municípios constituam o órgão de Defesa Civil a partir da formação de equipes. Para o presidente da Famem, o monitoramento das previsões do tempo deve ser realizado permanentemente por estas equipes.
Em 2019 as enchentes deixaram centenas de famílias desabrigadas e outras desalojadas. Houve necessidade da decretação de estado de calamidade em dezenas de cidades por conta do desastre. O estado de calamidade é uma situação anormal que compromete a capacidade de ação do poder público, devendo ter anuência do Governo Federal. Por conta do fenômeno La NiÑa, o índice pluviométrico em várias regiões do país tem ultrapassados marcos históricos.
“As enchentes são flagelos que atingem, principalmente, os mais vulneráveis. Embora seja um fenômeno imprevisível da natureza devemos nos planejarmos para reduzir os danos. Neste momento em que as populações se encontram em situação de empobrecimento e privações, acrescentar mais esse tormento é sacrificar ainda mais os vulneráveis. Devemos buscar formas de reduzir esses danos de maneira drástica”, disse o presidente da Famem.
Erlanio Xavier já se mobiliza para buscar parcerias para auxiliar municípios com famílias desabrigadas. Em 2019, a atuação da Famem foi fundamental para levar alimentos, água mineral, roupas e unidades móveis de saúde para cidades atingidas
O Brasil tem vivido, nos últimos dias, uma epidemia de gripe causada pelo vírus Influenza A. Com isso, o brasileiro está correndo atrás de imunização contra a doença. O que muita gente não sabe é que não existe, no momento, vacina para a cepa H3N2. O Brasil possui vacinas que protegem contra os vírus Influenza A e B. No entanto, elas não são específicas para a variante que está atingindo o país.
De acordo com o Ministério da Saúde, o aumento do número de casos está sendo acompanhado em alguns estados. Neste momento, a pasta avalia as evidências científicas em relação à eficácia da vacina utilizada na campanha deste ano para a prevenção da nova cepa circulante.
A pasta informa, ainda, que já iniciou as tratativas para aquisição de vacinas para a campanha de 2022. O imunizante encomendado é o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Hemisfério Sul e contempla em sua composição o vírus H3N2, circulante no país neste momento.
Pessoas que sentirem sintomas gripais devem procurar atendimento médico na Unidade Básica de Saúde mais próxima. Mesmo com letalidade menor que a Covid-19, o H3N2 tem mais chances de evoluir para casos graves em grupos de risco (crianças, idosos, gestantes e indivíduos com comorbidades).
O H3N2 é uma variante do vírus Influenza A, que é um dos principais responsáveis pela gripe comum e pelos resfriados. Ele pode ser transmitido entre pessoas por meio de gotículas liberadas no ar quando a pessoa gripada tosse ou espirra, explica a infectologista Joana Darc da Silva.
“Os sintomas são bem acentuados, muito intensos, muita dor no corpo, febre que incide de forma súbita, coriza, dor de garganta, que pode complicar com falta de ar que a gente chama de síndrome respiratória que pode levar a óbito.”
Vacinas existentes
A campanha de imunização contra a gripe foi lançada em março pelo Ministério da Saúde e deveria durar até julho. Inicialmente, seriam vacinadas somente as pessoas de grupo prioritário, mas diante da baixa procura da população, a campanha foi estendida para todas as faixas etárias.