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Pedro Lucas aponta prioridades legislativas no retorno dos trabalhos da Câmara

Em entrevista, o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), líder do partido na Câmara dos Deputados, detalhou as pautas consideradas prioritárias para o início dos trabalhos legislativos e comentou o posicionamento da sigla diante da eleição presidencial deste ano.

Mesmo com a pausa oficial das atividades, o parlamentar participou de reunião de líderes e afirmou que a bancada retorna ao plenário com protagonismo e foco em matérias consideradas estratégicas para o país. Entre os temas destacados, está a agenda econômica, que, segundo ele, não avançou no fim do ano passado.

“A pauta econômica foi uma pauta muito extensa em dezembro, não conseguimos aprovar e ficamos até com receio do texto poder contaminar com debates políticos”, afirmou. De acordo com o deputado, a expectativa é de que a matéria volte a tramitar a partir de 23 de fevereiro, tanto na comissão quanto no plenário da Câmara.

Outro ponto destacado pelo líder do União Brasil é a urgência na votação de duas medidas provisórias com prazo próximo do vencimento. “Definimos que tem duas medidas provisórias para ser votadas, uma delas é a do gás e um crédito na agricultura”, explicou. Segundo ele, a bancada deve ser convocada para tentar aprovar as propostas já no início da retomada dos trabalhos.

O parlamentar alertou ainda que 2026 será um ano legislativo mais curto, o que exige definição clara de metas. Entre elas, citou a economia e a segurança pública. “A gente precisa avançar bastante, lembrando que aquele texto que aprovamos antifacção foi para o Senado e está na Câmara novamente”, pontuou.

Sobre o cenário eleitoral, Pedro Lucas afirmou que a decisão sobre eventual apoio presidencial não cabe, neste momento, à bancada parlamentar. “Essa parte da articulação, de uma possível composição de chapa, de apoiar ou não, precisa ser feita pela Executiva Nacional do Partido”, declarou.

Ele informou que pretende buscar um alinhamento com a direção nacional do União Brasil. “Vou procurar o presidente Antônio de Rueda para que a gente possa fazer um alinhamento e saber como a Executiva Nacional está pensando diante dos fatos”, concluiu.

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