
“Transporte gratuito para mães de pessoas com deficiência! PL (Projeto de Lei) nosso que o prefeito Eduardo Braide não quis sancionar. Lamentável! A alteração à lei atual facilita a vida dessas mães. Mas a Prefeitura preferiu o silêncio”, relatou o vereador na postagem.
Na prática o projeto permite que mães de pessoas com deficiência possam usar a gratuidade no sistema de transporte coletivo para resolver problemas de interesse do beneficiário sem que este esteja presente, exigência atual da lei. Assim, uma mãe para marcar consulta, ir até a escola fazer matrícula e rematrícula não precisará mais levar a pessoa com deficiência.
O Projeto de Lei foi encaminhado à Prefeitura para a sanção, logo após aprovação no plenário da Câmara de Vereadores. A matéria foi discutida em 3 rodadas de reuniões com o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Diego Rodrigues, e equipe técnica da SMTT. Contudo, o prazo de 15 dias para a sanção do referido projeto pelo prefeito de São Luís expirou sem que ele sancionasse a lei.
Em razão da falta de sensibilidade do prefeito, Penha informou na postagem já ter solicitado a promulgação da lei na Câmara Municipal, em ofício encaminhado à presidência da Casa.
“O Chefe do Executivo deixou transcorrer o prazo de 15 dias úteis sem assinar o projeto, configurando a chamada sanção tácita, proveniente do silêncio, razão pela qual requeiro que a lei em questão seja promulgada por Vossa Excelência, para que a mesma possa vir a produzir os seus efeitos jurídicos”, diz o trecho do ofício encaminhado pelo vereador.
A alteração à lei atual, segundo Penha, não onera o Município, já que a gratuidade já existe, massó pode ser utilizada se a mãe estiver acompanhada da pessoa com deficiência, o que deverá ser mudado a partir da promulgação da lei.