
A pesquisa foi realizada entre 14 e 16 de dezembro de 2024, com 2.500 entrevistas em 192 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. Os dados indicam um aumento na notificação do trabalho dos ministros, principalmente durante a transição de Rosa Weber para Luís Roberto Barroso na presidência do STF.
O desgaste na percepção pública coincide com o início do governo Lula e as ações da Corte em inquéritos relacionados a suspeitas de “golpe”. Críticas também apontam que o tribunal estaria invadindo competências de outros Poderes ao decidir sobre temas como aborto, drogas e regulação de big techs, que deveriam ser debatidos no Congresso.
Além disso, a atuação do STF gerou debate sobre o equilíbrio institucional, com discussão de que suas decisões ultrapassam os limites constitucionais. Esse cenário reforça a polarização em torno do papel da Suprema Corte no atual cenário político brasileiro.