
No Nordeste, foram contabilizadas 3.566 adesões no período. A Bahia (881) e o Ceará (872) lideram na região. Em nível nacional, o Brasil superou 21 mil novas unidades consumidoras no mercado livre neste ano.
São Paulo aparece na primeira colocação do ranking, com 6.114 migrações, seguido por Paraná (2.214) e Minas Gerais (1.743). Também figuram entre os dez primeiros Rio Grande do Sul (1.581), Santa Catarina (1.344), Rio de Janeiro (1.233), Bahia (881), Ceará (872), Mato Grosso (821) e Pará (690).
Por região, o Sudeste concentra o maior número de adesões, com 9.527 novas unidades consumidoras. O Sul soma 5.139, o Nordeste 3.566, o Centro-Oeste 2.100 e o Norte 1.316.
O mercado livre de energia é o ambiente no qual consumidores podem negociar diretamente com fornecedores as condições contratuais, como preço, volume, prazo e forma de pagamento, diferentemente do mercado regulado.
No recorte por setores econômicos, o segmento de serviços passou de 6.648 para 7.458 unidades consumidoras. O comércio evoluiu de 4.098 para 6.379. Entre outras atividades, o setor alimentício saiu de 1.940 para 3.194 unidades; saneamento, de 1.790 para 2.248; manufaturados diversos, de 1.780 para 2.984; minerais não metálicos, de 904 para 1.195; metalurgia e produtos de metal, de 665 para 939; madeira, papel e celulose, de 433 para 507; transporte, de 302 para 317; químicos, de 299 para 363; têxteis, de 251 para 521; e veículos, de 159 para 291. A extração de minerais metálicos apresentou redução, de 35 para 28 unidades.
Em relação à geração renovável, dados da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena), com base em abril de 2024, indicam que o Brasil possui 213 gigawatts de capacidade instalada, ocupando a terceira posição mundial, atrás de China e Estados Unidos. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que cerca de 17% da energia gerada no país é perdida por limitações de armazenamento e integração do sistema, com maior impacto na Região Nordeste, onde 70,6% da geração é proveniente de fontes solar e eólica.