
Os municípios concentraram a maior parte dos recursos, com mais de R$ 378 milhões. Entre os maiores beneficiados estão Canaã dos Carajás (PA), que recebeu R$ 78,1 milhões, Parauapebas (PA), com R$ 33,9 milhões, e Marabá (PA), com R$ 24,1 milhões. Em Minas Gerais, Conceição do Mato Dentro foi contemplada com R$ 21,1 milhões, enquanto Congonhas recebeu R$ 15,5 milhões — evidenciando a concentração dos repasses em regiões com intensa atividade mineradora.
Já os estados e o Distrito Federal dividiram cerca de R$ 94 milhões. Minas Gerais liderou o ranking, com R$ 39,3 milhões, seguido pelo Pará, que recebeu R$ 38,9 milhões. Bahia, Goiás e Mato Grosso aparecem na sequência, com valores menores.
Maranhão – O Maranhão recebeu R$ 307.612,62 em repasses da CFEM. O valor coloca o estado em uma faixa intermediária entre as unidades da federação, distante dos principais polos mineradores do país, mas ainda inserido na distribuição nacional dos royalties.
Confira os valores destinados aos estados e ao Distrito Federal:
Minas Gerais — R$ 39.335.252,67
Pará — R$ 38.914.535,00
Bahia — R$ 3.331.902,71
Goiás — R$ 2.923.544,31
Mato Grosso — R$ 1.988.479,06
São Paulo — R$ 1.462.887,72
Tocantins — R$ 1.085.300,17
Santa Catarina — R$ 655.445,67
Rondônia — R$ 633.016,51
Alagoas — R$ 622.828,85
Paraná — R$ 558.019,40
Rio Grande do Sul — R$ 537.883,74
Rio Grande do Norte — R$ 438.430,58
Maranhão — R$ 307.612,62
Ceará — R$ 297.143,86
Amazonas — R$ 281.600,63
Rio de Janeiro — R$ 240.936,00
Sergipe — R$ 238.209,67
Mato Grosso do Sul — R$ 229.890,61
Espírito Santo — R$ 193.127,01
Pernambuco — R$ 139.046,13
Paraíba — R$ 133.461,64
Amapá — R$ 77.926,08
Distrito Federal — R$ 43.931,58
Piauí — R$ 29.198,50
Roraima — R$ 16.922,45
Acre — R$ 4.001,82
A CFEM é uma compensação paga por empresas que exploram recursos minerais e funciona como uma espécie de royalty, redistribuído entre os entes federativos para apoiar investimentos e mitigar impactos da atividade extrativa.