A exploração da Margem Equatorial na região que compreende as bacias Pará-Maranhão, e Barreirinhas poderão iniciar no segundo semestre deste ano. A informação é do presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, durante sua participação no Latin America Investment Conference 2022, promovida pelo Credit Suisse.
“A partir do segundo semestre podemos entrar na exploração da Margem Equatorial, fazendo furos para investigação. Há uma extensão de 400 quilômetros. Dependendo do sucesso, podemos ter boas surpresas pela frente”, afirmou o presidente.
Em novembro do ano passado, o deputado federal Pedro Lucas (PTB), realizou audiência pública com as comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, sobre esse tema importante e promissor para o Maranhão.
Um estudo indica a possibilidade de existência de 20 bilhões a 30 bilhões de barris de óleo em recursos prospectivos recuperáveis riscados, um potencial do porte de um “novo pré-sal” na Bacia do Pará-Maranhão.
Indica também que, depois do pré-sal, a região tem a maior probabilidade de descobertas de petróleo de boa qualidade. Recursos prospectivos são volumes de petróleo cuja existência é indicada por dados geológicos e geofísicos extraídos de levantamentos sísmicos, mas sem comprovação por perfurações de poços exploratórios.
