
Em seu pronunciamento, o parlamentar rememorou a censura sofrida dentro do partido, com a anuência de Flávio Dino, a quem acusou de considerar o parlamento estadual um “lixo”.
“Fui perseguido de todas as maneiras, com a anuência dele [Dino]. Ele considera este Parlamento um lixo. É um perseguidor, que passou sete anos perseguindo cidadãos de bem”, afirmou.
Ao afirmar voto em Jair Bolsonaro (PL) na disputa à Presidência da República, Yglésio disse que aderir ao projeto petista, encabeçado por Lula, significaria fortalecer as pretensões dinistas. “Se ele perseguiu como governador, imagina como ministro da Justiça”, declarou.
“Que ele fique no Senado, só twittando”, finalizou.