
A Região Nordeste concentra a maior quantidade de eleitores dessa faixa etária, com 860.707, seguida pelas regiões Sudeste, com 397.385; Norte, com 298.623; Sul, com 166.201 e Centro-Oeste, com 113.165.
O maior acesso às ferramentas tecnológicas é o fator apontado por especialistas para o crescimento da quantidade de jovens eleitores. De acordo com especialistas, as redes sociais, por exemplo, estão desempenhando um papel crucial na mobilização e engajamento desse público, levando a uma participação política mais ativa.
Estatísticas – O número de eleitores que afirmaram ter alguma deficiência ou mobilidade reduzida aumentou 25% em relação às eleições municipais de 2020, passando de 1.157.619 para 1.451.846. Desse total, 714.829 são mulheres, 736.922 são homens e 95 pessoas não informaram o gênero.
Ainda segundo o TSE, o eleitorado com mais de 70 anos também cresceu, registrando um aumento de 12%, de 13.508.088 em 2020 para 15.208.667 em 2024, o que representa 9% dos eleitores aptos a votar em 6 de outubro. Desse total, 4.826.663 são eleitores com mais de 79 anos.
O estado de São Paulo continua sendo o maior colégio eleitoral do Brasil, com 34,4 milhões de eleitores, sendo que a capital possui mais de 9,3 milhões de votantes, quase o mesmo número de eleitores de toda a região Centro-Oeste.
Após São Paulo, os maiores colégios eleitorais são Minas Gerais, com 16,5 milhões de eleitores, e Rio de Janeiro, com 13 milhões, destacando-se as capitais com 1,99 milhões e 5 milhões de eleitores, respectivamente.
Os estados com o menor número de eleitores são Roraima, com 389.863; Amapá, com 571.248; e Acre, com 612.448, que juntos representam apenas 1% do eleitorado nacional.