
O Maranhão é uma unidade da federação com o maior número de obras paralisadas, totalizando 1.232 empreendimentos. No estado, o investimento estimado foi de R$ 1 bilhão, mas apenas R$ 206 milhões foram efetivamente aplicados. Em contrapartida, o Distrito Federal apresenta o menor número de contratos, com apenas 10 obras paradas. No panorama nacional, os setores mais afetados são Saúde e Educação, que juntos acumulam 8.674 empreendimentos paralisados.
Considerando todas as obras comprovadas no estudo, incluindo as que estão em execução, o investimento total previsto no Brasil é de R$ 110,5 bilhões, mas até o momento apenas R$ 24,2 bilhões foram aplicados. Entre os órgãos responsáveis pelo repasse de recursos, o Ministério da Saúde liderou a lista, com 4.580 obras paralisadas. Em seguida, aparece o Ministério da Educação, com 4.434 empreendimentos interrompidos.
Outros ministérios e órgãos também enfrentam dificuldades na execução dos projetos, como o Ministério das Cidades, com 1.269 obras paradas, o Ministério do Turismo, com 381, o Ministério do Esporte, com 331, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), com 249, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com 234, e o Ministério da Agricultura e Pecuária, com 215.
O levantamento do TCU evidencia a necessidade de ações concretas para retomar essas obras e garantir que os investimentos previstos sejam devidamente aplicados, evitando desperdícios e garantindo a entrega de infraestrutura essencial à população.