
A avaliação considera a capacidade dos governos estaduais de manter estabilidade financeira e responsabilidade na execução orçamentária. São analisados indicadores como resultado primário, nível de endividamento, liquidez, proporção da receita destinada à folha de pagamento e volume de investimentos realizados. Esse conjunto corresponde a 11% da pontuação total do ranking.
No recorte regional, o Maranhão supera Sergipe, Bahia, Paraíba, Ceará, Pernambuco, Piauí, Alagoas e Rio Grande do Norte. A colocação nacional também posiciona o estado entre os mais bem avaliados do país no que se refere à administração fiscal.
O desempenho indica controle das despesas correntes e manutenção de capacidade de pagamento, fatores considerados determinantes para garantir previsibilidade orçamentária. Estados com esse perfil tendem a ampliar a margem para investimentos e reduzir riscos associados ao desequilíbrio financeiro.
O Ranking de Competitividade dos Estados analisa diversos pilares relacionados à gestão pública e ao ambiente econômico. O resultado de 2025 evidencia o Maranhão como uma das unidades federativas com maior estabilidade fiscal no Brasil, segundo os critérios técnicos adotados pela pesquisa.