
“Lula relutou muito antes de vir ao Maranhão, ficou pensando se era o caso ou não. Mas ele veio porque ele tem um princípio: teve um acordo ele cumpre o acordo. O PSB colocou a fatura e ele não titubiou, como foi ao Pernambuco, como foi à Paraíba. Então, ele veio também pela relação histórica com Flávio Dino, até dos tempos do PCdoB”, disse o coordenador.
Gilberto disse saber do problema político que existe no Maranhão: a amizade de Lula com o senador e candidato ao governo Weverton Rocha e a obrigação partidária que Lula tem com Carlos Brandão, também candidato a governador, mas pediu que os petistas evitem exclusão e segregação de ambos os lados.
“Eu sei que há um problema político aqui no Maranhão porque uma parte dos movimentos sociais apoia o governador Brandão e outra parte apoia o senador Weverton. Temos que saber conviver com isso. Estamos convivendo com isso em Pernambuco, na Paraíba. Só queria pedir pra vocês que haja o máximo de maturidade. Que não haja sectarismo, exclusivismo, exclusão das pessoas de um lado ou de outro”, finalizou.
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