
O presidente alertou ainda sobre os ônus que teria o sindicato e os professores, caso dessem continuidade à greve, como corte de pontos, descontos no contracheque ou processo administrativo. “A direção decidiu pela suspensão da greve e pela homologação do acordo para que o Governo do Estado assegure a proposta feita no Ministério Público”, explicou Raimundo Oliveira.
O Tribunal de Justiça do Maranhão decidiu, por unanimidade, pela ilegalidade da greve. Como punição a continuidade, determinou o corte de pontos e o bloqueio de R$ 1,8 milhão das contas do sindicato.
O Governo do Estado propôs acordo de reajuste salarial de 11%, pago em duas parcelas, sendo a primeira retroativa a janeiro e a segunda a partir de julho, além da implementação das progressões e titulações.
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