
O percentual representa o volume de endividados mais baixo desde junho de 2022. O resultado indica uma tendência de estabilidade para a confederação, pois mostra que se manteve estável o nível de famílias que declararam ter dívidas a vencer em cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado, prestação de carro ou de casa.
Apesar disso, a análise das faixas de renda indica aumento de 0,3 ponto percentual (p.p.) de endividados entre os consumidores de renda mais baixa entre as famílias que recebem até três salários mínimos na comparação a setembro de 2022.
A pesquisa mostrou ainda que 18,3% desses consumidores afirmam não ter condições de pagar suas dívidas de meses anteriores. Entre os endividados, 86,2% do total tem contas a pagar com o cartão de crédito, que é a modalidade predominante. Além disso, os juros do rotativo do cartão alcançaram a média de 445,7% ao ano. É a maior alta entre todas as modalidades de dívida.