
A gestão também pretende investir na área da saúde até 2026. O valor previsto é de R$ 42 bilhões na política industrial brasileira. O decreto que institui a Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde foi assinado na última terça-feira (26).
Ao todo, serão seis programas estruturantes com o propósito de expandir a produção nacional de itens prioritários para o SUS e reduzir a dependência do Brasil de insumos, medicamentos, vacinas e outros produtos de saúde estrangeiros.
O Governo Federal afirma ainda que existem R$ 9 bilhões previstos pelo Novo PAC; a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com R$ 6 bilhões; e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com outros R$ 4 bilhões. Dessa forma, o Ministério da Saúde espera suprir o SUS com produção e tecnologia locais, além de frear o crescimento do déficit comercial do saúde em 80% no prazo de 10 anos.