
A projeção oficial é de continuidade na expansão ao longo deste ano. Pelo Plano Anual de Financiamento (PAF), a estimativa é de que o estoque fique entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões até dezembro.
O aumento do endividamento reflete a necessidade do governo de captar recursos para equilibrar as contas públicas e honrar compromissos financeiros. A emissão de títulos é uma das principais estratégias adotadas para sustentar essas operações.
O histórico recente mostra avanço significativo. Em 2025, o estoque da dívida fechou em R$ 8,635 trilhões, valor 18% superior ao registrado em 2024, quando o montante era de R$ 7,316 trilhões.
Entre os principais detentores desses títulos estão bancos, fundos de investimento, seguradoras, entidades de previdência, governos e investidores individuais.
Os números apresentados pelo Tesouro se referem exclusivamente à dívida da União e não incluem passivos de estados, municípios, empresas estatais ou títulos emitidos pelo Banco Central, componentes que também entram em análises mais amplas sobre a situação fiscal do país.