
As medidas judiciais têm como alvo três médicos suspeitos de utilizar interpostas pessoas para a realização do exame em seus nomes, mediante uso de documentos de identidade falsificados, e outros três médicos investigados por suposta atuação no recrutamento de interessados na fraude.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos de telefone celular.
A segunda fase é um desdobramento da Operação R1, realizada em 19 de outubro de 2025. Na ocasião, oito pessoas foram presas em flagrante durante a aplicação da prova em Juiz de Fora, em Minas Gerais.