
Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Pedro Fernandes lidera com 76,78% dos votos. Dr. Miquéias Calácio aparece com 5,64% e Geovanny está com 4,31%. Indecisos somaram 13,27%.
Já no cenário estimulado, quando são apresentados os nomes dos concorrentes, Pedro Fernandes também aparece em primeiro lugar com 77,41% das intenções de votos, seguido por Dr. Miquéias Calázio, com 6,48%, e Geovanny, com 5,65%. Brancos e nulos somaram 1% e não sabe/não opinou somaram 9,47%.
No quesito rejeição, Pedro Fernandes é o menos rejeitado, pois apenas 7,36% dos entrevistados disseram que não votariam nele. O mais rejeitado é Dr. Miquéias Calázio, com 31,61% de rejeição, seguido por Geovanny, com 29,43%. Não sabe/não opinou somaram 31,61%
Avaliação
No quesito avaliação da gestão do prefeito Pedro Fernandes, 11,33% dos entrevistados disseram que a gestão é excelente. Já 52,5% disseram que a gestão era boa; 26,5% responderam que era regular; 6,5% disseram que era ruim; e 0,83% disse que era péssima. Não sabe/não respondeu totalizou 2,33%.
Influência nas eleições
A pesquisa também trouxe cenários informando a influência de outros políticos na eleição em Arame. 47,92% dos entrevistados disseram que votariam em um candidato apoiado pelo presidente Lula (PT). Já 20,13% disseram que poderiam votar; e 23,29% disseram que não votariam de forma alguma. 8,65% disseram que não sabem ou não opinaram.
Em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 16,25% dos entrevistados disseram que votariam em um candidato apoiado pelo capitão reformado do Exército; 8,13% responderam que poderiam votar; e 63,18% responderam que não votariam de forma alguma. 12,44% não sabem ou não opinaram.
Já 34,49% dos entrevistados disseram que votariam em um candidato apoiado pelo governador Carlos Brandão (PSB). 24,88% disseram que poderiam votar e 27,03 responderam que não votariam de forma nenhuma. 13,6% não sabem ou não opinaram
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MA 08067-2024 e tem um intervalo de confiança de 95%. Foram entrevistadas 600 pessoas entre os dias 12 e 13 de setembro deste ano e a margem de erro é de 4%.
