A Justiça Eleitoral do Maranhão suspendeu pesquisas eleitorais dos Institutos Datailha e MOB, por irregularidades no registro e descumprimento de requisitos legais definidos em resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na legislação eleitoral. A decisão foi resposta de ações apresentadas pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT).
A indicação de todos os cargos a que se refere a pesquisa impugnada e assinatura com certificação digital do estatístico responsável pela pesquisa, foram exemplos de irregularidades do instituto Datailha. Por isso, o juiz eleitoral, André Santos, determinou que a pesquisa só seja divulgada com as falhas apontadas sendo corrigidas, e definiu uma multa de R$ 25.000,00 em caso de descumprimento da decisão.
Para o Instituto MBO, a juíza Camilla Rose determinou a suspensão da pesquisa por indicar o número de inscrição do estatístico responsável sem referência a qual região se trata, impedindo que se possa ter conhecimento de qual é o respectivo Conselho Regional de Estatística, e pela ausência de assinatura com certificação digital do estatístico responsável pela pesquisa.
O Instituto MBO foi contratada por uma empresa de agronegócios da região de Balsas. O Instituto DataIlha, é conhecida por realizar pesquisas para o Palácio dos Leões.
