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Mais de 3 milhões de maranhenses utilizam fossa rudimentar como esgotamento sanitário

Cerca de 3,2 milhões de maranhenses utilizam fossa rudimentar ou buraco como esgotamento sanitário. Foi o que mostrou o resultado da pesquisa Características dos Domicílios – Resultados do Universo do Censo Demográfico 2022,divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na semana passada.

Segundo o instituto, no ano passado, o Maranhão possuia uma proporção de 48,3% da população utilizando em suas moraria fossa rudimentar ou “buraco”, o que o IBGE caracteriza como uma solução de esgotamento sanitário precária. Eram 984.598 mil domicílios maranhenses nessa situação com uma população de 3.264.969 pessoas.

A segunda forma de esgotamento sanitário mais identificada foi a fossa séptica ou fossa filtro não ligada à rede com 24,4% dos moradores residindo em domicílios com essa condição. Eram 515.569 mil moradias, onde residiam 1.652.152 de pessoas com essa forma de esgotamento.

Já os domicílios que possuíam rede geral ou pluvial totalizavam 315.136 no ano de 2022, nos quais moravam 918.500 pessoas, representando 13,6% da população com esgotamento desse tipo.

Levantamento – As informações são oriundas do questionário básico da pesquisa e permitem mensurar o tipo de domicílio (casa, apartamento etc.), a forma de abastecimento de água, existência de canalização de água, existência de banheiro e sanitário, tipo de esgotamento sanitário e o destino do lixo.

Essas estatísticas, aliadas às características demográficas, sociais e econômicas da população e às características dos domicílios, divulgadas oportunamente, são imprescindíveis para a definição de políticas públicas regionais e para a tomada de decisão sobre os investimentos público e privado no país, além de contribuírem para o planejamento adequado do uso sustentável de seus recursos.

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