
Inusitadamente, a pesquisa foi contratada pelo Varejão Quebra Galho, que funciona na feira do bairro J. Câmara, no município, o que levantou questionamentos sobre qual interesse uma empresa no seguimento teria em financiar uma pesquisa de intenções de votos.
O comercial possui como proprietário Adilton Farias Matos e tem como atividade principal a comercialização de produtos alimentícios e atividade secundária a comercialização de material elétrico e materiais de construção.
Segundo a Justiça Eleitoral, o levantamento apresentava as seguintes ilegalidades: ausência de regularidade da representada perante o Conselho Fiscalizatório; irregularidade no plano amostral e irregularidades no questionário.
O pedido de suspensão foi feito em caráter de urgência, nesta terça-feira (16). Caso haja descumprimento da decisão, será aplicada multa no valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) e penalização dos responsáveis nos termos do art. 35, da Lei 9.504/97.