
Mical explicou que buscou a SMTT para interceder por irmãos evangélicos que procuraram ela para denunciar que estavam sendo impedidos de pregar a palavra de Deus dentro dos Terminais de Integração.
Por meio de vídeos feitos em um Terminal de Integração, ela foi até a SMTT para comprovar que os grupos de oração não causavam qualquer problema. Chegando à secretaria, ela se identificou como deputada e tentou dialogar sobre as denúncias, mas acabou ficando presa e os funcionários do órgão disseram que poderiam tomar seu celular.
A situação só foi contornada e a deputada liberada depois das 20h, após a chegada de autoridades da Polícia Militar.