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Pedro Lucas prevê aumento de R$ 10 bi no PIB do Maranhão com exploração de petróleo

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes defende que a exploração de petróleo na Margem Equatorial pode representar um novo ciclo de desenvolvimento econômico para o Maranhão. Segundo estimativa apresentada pelo parlamentar, a atividade tem potencial para acrescentar mais de R$ 10 bilhões ao PIB do Estado, além de gerar empregos e atrair investimentos.

Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Exploração de Petróleo na Margem Equatorial do Brasil (FMEQ), Pedro Lucas tem atuado no Congresso Nacional para viabilizar o avanço das atividades exploratórias na região. Para o deputado, o Maranhão precisa estar preparado para aproveitar os possíveis efeitos econômicos da exploração de petróleo.

“A Margem Equatorial será uma grande oportunidade de desenvolvimento para o Maranhão! Fico muito feliz com os últimos avanços nessa pauta, que é uma luta que defendo desde o início do meu mandato na Câmara dos Deputados”, afirmou Pedro Lucas.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado ressaltou o impacto que a atividade pode provocar na economia maranhense. “As estimativas apontam 10 bilhões a mais no PIB do Estado, além de milhares de empregos e novas oportunidades. A região tem um enorme potencial petrolífero e o Maranhão não pode ficar de fora”, declarou.

A Margem Equatorial se estende pelo litoral brasileiro entre o Amapá e o Rio Grande do Norte e reúne as bacias marítimas da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.

O potencial da região ganhou maior atenção após descobertas de petróleo realizadas em áreas próximas, especialmente na Guiana e no Suriname. Os resultados obtidos nesses países ampliaram as expectativas sobre a possibilidade de identificação de novas reservas na porção brasileira da Margem Equatorial.

Para o Maranhão, Pedro Lucas avalia que uma eventual exploração comercial poderá movimentar diferentes setores da economia. Além da atividade diretamente relacionada ao petróleo e gás, o possível ciclo de investimentos poderá beneficiar áreas como logística, serviços, infraestrutura e fornecimento de equipamentos.

A Petrobras também considera a Margem Equatorial estratégica para a segurança energética brasileira e avalia que petróleo e gás continuarão desempenhando papel relevante nos próximos anos, mesmo durante o processo de transição para uma matriz energética mais sustentável.

A estimativa de impacto superior a R$ 10 bilhões no PIB maranhense, entretanto, está relacionada ao potencial econômico da atividade. A concretização desse cenário dependerá dos resultados dos estudos, das autorizações ambientais e das próximas etapas do processo exploratório.

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