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Eleições renovam cadeiras no Senado Federal

O Senado Federal terá uma nova configuração a partir de 2027 após as eleições realizadas neste domingo (4). Ao todo, 54 cadeiras foram colocadas em disputa, o equivalente a dois terços das vagas da Casa.

Em cada estado e no Distrito Federal, os eleitores escolheram dois senadores. As duas maiores votações em cada unidade da Federação garantiram as vagas para o próximo mandato.

A mudança, no entanto, não representa uma renovação completa do Senado. Das 81 cadeiras existentes, 27 permanecerão ocupadas pelos senadores eleitos em 2022, que cumprem mandatos de oito anos e não participaram da eleição deste ano.

Com isso, a composição do Senado a partir de 2027 será formada pelos 54 parlamentares escolhidos nas urnas em 2026 e pelos 27 senadores que já tinham mandato assegurado até janeiro de 2031.

Renovação ocorre a cada quatro anos – O Senado é composto por 81 parlamentares, sendo três representantes de cada estado e do Distrito Federal. Diferentemente da Câmara dos Deputados, a representação no Senado é igual para todas as unidades da Federação, independentemente do número de habitantes.

Os senadores têm mandatos de oito anos. Por essa razão, a renovação da Casa ocorre de maneira alternada a cada eleição geral.

Em um pleito, são escolhidos 27 senadores, correspondentes a um terço das cadeiras. Quatro anos depois, como ocorreu em 2026, são preenchidas 54 vagas, equivalentes a dois terços do Senado.

Dessa forma, o resultado das eleições deste domingo define a maior parte da composição da Casa para a próxima legislatura, enquanto os demais 27 senadores permanecem no cargo em razão dos mandatos iniciados em 2023.

Senadores eleitos em 2026:

Acre (AC):
Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos)

Alagoas (AL): Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB)

Amapá (AP): Rayssa Furlan (PODE) e Lucas Barreto (PSD)

Amazonas (AM): Eduardo Braga (MDB) e Plinio Valério (PSDB)

Bahia (BA): Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT)

Ceará (CE): Cid Gomes (PSB) e Luizianne (Rede)

Distrito Federal (DF): Michele Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)

Espírito Santo (ES): Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos)

Goiás (GO): Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União)

Maranhão (MA): Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo)

Mato Grosso (MT): Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL)

Mato Grosso do Sul (MS): Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)

Minas Gerais: Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT)

Pará (PA): Helder (MDB) e Chicão (União)

Paraíba (PB): João Azevêdo (PSB) e Veneziano (MDB)

Paraná (PR): Filipe Barros (PL) e Deltan Dallangnol (Novo)

Pernambuco (PE): Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT)

Piauí (PI): Marcelo Castro e Júlio César (o Julim do Lula) (PSD)

Rio de Janeiro (RJ): Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL)

Rio Grande do Norte (RN): Styvenson Valentim (Pode) e Samanda de Lula (PT)

Rio Grande do Sul (RS): Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo)

Rondônia (RO): Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)

Roraima (RR): Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB)

Santa Catarina (SC): Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL)

São Paulo (SP): Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL)

Sergipe (SE): Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB)

Tocantins (TO): Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB)

Categoria: Notícias