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Literatura e educação ambiental se unem em atividade na UEB Mário Andreazza, na Liberdade

Estudantes da UEB Ministro Mário Andreazza, localizada no Quilombo Urbano da Liberdade, participaram ontem pela manhã de uma atividade especial de educação ambiental que uniu literatura, cidadania e reflexão sobre os problemas ambientais presentes no cotidiano das comunidades.

A iniciativa foi articulada pelo educador ambiental Marcos Soares e teve como eixo de discussão o livro A Praia em Agonia, da escritora e advogada Dehlia. A proposta foi utilizar a literatura como ferramenta de sensibilização e educação ambiental, levando os estudantes a refletirem sobre a relação entre sociedade, meio ambiente e território.

A atividade contou com a presença do Juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos, do Presidente da Academia Maranhense de Letras, Desembargador Lourival Serejo, do vice-presidente da AML, jornalista e escritor Félix Alberto.

Também participou da programação o Capitão Limpeza, da Patrulha Ambiental da SEMOSP, que contribuiu para as discussões com os estudantes sobre preservação ambiental, conscientização e responsabilidade coletiva.

Durante o encontro, os estudantes receberam exemplares de A Praia em Agonia, incentivando o contato com a literatura e a reflexão sobre as questões ambientais. Exemplares da obra também foram doados à biblioteca da UEB Ministro Mário Andreazza, permitindo que outros alunos da escola tenham acesso ao livro e possam continuar as discussões iniciadas durante a atividade.

A iniciativa integra uma parceria entre a Vara de Interesses Difusos e Coletivos e a Academia Maranhense de Letras, instituição que completa 118 anos em 2026, com a proposta de aproximar literatura, meio ambiente e os problemas que afetam o cotidiano das comunidades.

A realização da atividade dentro de uma escola situada no Quilombo Urbano da Liberdade reforça a importância de levar ações de formação, cultura e educação ambiental diretamente aos territórios, aproximando estudantes de instituições e profissionais que atuam nas áreas da Justiça, literatura, cultura e preservação ambiental.

Para o educador ambiental Marcos Soares, a atividade demonstra que a educação ambiental pode ultrapassar os limites da sala de aula e dialogar com diferentes áreas do conhecimento, utilizando a literatura como instrumento de formação e conscientização.

A iniciativa também representa uma oportunidade de aproximar os estudantes de importantes instituições e personalidades do Maranhão, criando um espaço de diálogo sobre temas que fazem parte da realidade das comunidades.

Ao unir literatura, educação ambiental, cidadania e território, a atividade contribui para a formação de uma nova geração mais consciente sobre a importância da preservação ambiental e sobre o papel de cada cidadão na construção de comunidades mais sustentáveis.

Fonte: Glaucio Ericeira

Categoria: Notícias