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Maranhão é um dos estados com a melhor Solidez Fiscal do Brasil

O Governo do Maranhão alcançou o primeiro lugar na região Nordeste entre os estados com melhor Solidez Fiscal segundo o Ranking de Competitividade dos Estados e dos Municípios em 2026.

Em relação aos demais estados brasileiros, o Maranhão ocupa a terceira posição, ficando atrás apenas do Espírito Santo (1º) e Mato Grosso (2º).

O Ranking de Competitividade dos Estados e dos Municípios é elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em parceria com a Tendências Consultoria e a Seall e avalia a eficiência da gestão pública e a atratividade do ambiente de negócios nas unidades federativas.

Os dados servem como uma bússola para a criação de políticas públicas e possibilitam mensurar a capacidade dos estados em gerar bem-estar para a população.

De acordo com a metodologia utilizada pelo CLP, o pilar Solidez Fiscal é formado por nove indicadores: Taxa de Investimentos, Regra de Ouro, Solvência Fiscal, Sucesso do Planejamento Orçamentário, Dependência Fiscal, Resultado Primário, Gasto com Pessoal, Índice de Liquidez e Poupança Corrente.

O Maranhão lidera o indicador sobre Gasto com Pessoal, o que significa que entre todos os estados do país, o Maranhão é o que possui a menor proporção da sua Receita Corrente Líquida (RCL) comprometida com o pagamento de salários e encargos de servidores públicos, contribuindo com a manutenção do equilíbrio financeiro e com as ações de responsabilidade fiscal.

O governador Carlos Brandão falou sobre a importância da posição do Maranhão no ranking, no planejamento das ações de desenvolvimento e nos impactos positivos para a economia. “Os resultados positivos como esse demonstram o quanto a nossa gestão esteve empenhada diariamente em cumprir as metas fiscais, garantir a governança eficiente e dar mais capacidade ao estado para atrair investimentos. A nossa meta é fechar o nosso governo cumprindo com os compromissos estabelecidos e deixar um bom cenário para que o Maranhão siga na rota de crescimento”, frisou.

Esse compromisso fiscal é reforçado com os dados sobre o indicador Poupança Corrente, onde o Maranhão fica atrás apenas do Espírito Santo. O indicador representa a capacidade de um ente gerar recursos próprios para realizar investimentos. Ele é calculado pela diferença absoluta entre as receitas correntes, ou seja, tudo que o governo arrecada, e as despesas correntes, tudo o que o governo gasta, incluindo salários, custeio da máquina pública e juros da dívida.

Em relação a região Nordeste, o Maranhão também se sobressai na análise de outros três indicadores: Taxa de Investimentos, Regra de Ouro e Solvência Fiscal. O estado ocupa a segunda posição nestes três indicadores na região Nordeste e a terceira, quinta e sétima posição no cenário nacional, respectivamente, para cada indicador.

A Taxa de Investimentos mede a proporção dos recursos efetivamente direcionados para despesas de capital, como obras de infraestrutura, aquisição de equipamentos e construção de escolas e hospitais. Esse indicador reflete o esforço do ente federativo em destinar parte do seu orçamento para o crescimento futuro e a melhoria estrutural dos serviços públicos.

Já a Regra de Ouro indica que o ente não recorre a métodos como financiamentos para custear as suas despesas, ou seja, o endividamento quando ocorre é direcionado a investimentos que trarão benefícios futuros.

Por fim, a Solvência Fiscal compreende a avaliação da capacidade de longo prazo do ente honrar seus compromissos financeiros e dívidas contraídas.

O levantamento do CLP utiliza dados oficiais das administrações públicas e os resultados também são utilizados pelo setor privado para analisar o risco e as vantagens competitivas de estabelecer negócios em diferentes regiões do Brasil.

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